Projeto de exploração do Rio São Francisco

Projeto de exploração do Rio São Francisco

1º.ago.2018 às 2h30

Maria Cristina Frias

As águas transpostas do rio São Francisco deverão ser usadas comercialmente de quatro maneiras: venda para companhias de abastecimento e para clientes individuais (como indústrias), geração de energia e navegação.

O BNDES escolheu na segunda-feira (30) um consórcio para fazer os estudos que vão nortear as formas de remuneração pelo uso da água.

A assessoria financeira BF Capital, o escritório de advocacia Azevedo Sette e a construtora Aecon formam o grupo responsável para formular as sugestões de exploração.

Parte da tarefa é chegar a uma cifra de quanto custarão as diferentes operações para propor um modelo de contrato entre os estados e as empresas interessadas, segundo Ricardo Sucupira, presidente da BF Capital.

“Haverá mais concessões se optarem por cobrar pelo uso. Caso se decida entregar água de graça na ponta final ou subsidiar muito o consumo, serão PPP (parcerias público-privadas).”

O prazo para a entrega do documento é de 24 meses. “Devemos concluir antes, em cerca de 18 meses, e daí vai para o BNDES”, afirma Rafael Adler, sócio do Azevedo Sette.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2018/08/ocupacao-de-galpao-logistico-segue-em-alta-no-2o-tri-mas-ainda-nao-anima-setor.shtml?loggedpaywall