Pílula Imobiliária | Já ouviu o termo Real-Estate-as-a-Service?

Pílula Imobiliária | Já ouviu o termo Real-Estate-as-a-Service?

Impulsionada pela necessidade de atender à crescente demanda pelas disrupções dos modelos de mercado convencional, há uma tendência moderna no mercado imobiliário: tratá-lo como um serviço e não um produto.

Do termo em inglês “Real-Estate-as-a-Service”, esse modelo de gerenciar os imóveis possibilita um aumento no lucro concomitantemente com a redução nos gastos e responsabilidades inerentes dos imóveis.

Isso funciona a partir da proposta de transitar de produto para serviço, de propriedade para acesso. E não surgiu do nada. Empresas como Uber, Netflix, Spotify fazem algo parecido. Para quê carros, se existe Uber; para quê DVDs, se há Netflix; para quê CDs, se pode-se acessar o Spotify e assim por diante. É uma tendência geral de serviços de acordo com a demanda dos clientes.

Voltando para os imóveis, já existem modelos capazes de ilustrar essa tendência. O WeWork, por exemplo, além ceder espaços de trabalho, oferece serviços de internet, limpeza, café, materiais, impressoras, suporte de TI, etc.

Esse modelo de negócio, grosso modo, é impulsionado pelo mundo 4.0. A mudança da velha relação entre locador e locatário é aprimorada para uma aplicação com valor agregado entregue por meio de plataformas modernas. Ou seja, o locador ao fornecer serviços para o locatário, consegue adaptar e reduzir custos por meio de um atendimento sob demanda. O locatário, por sua vez, tem acesso a múltiplos recursos em seu benefício conseguindo reduzir os gastos com fatores satélites ao objetivo do uso do imóvel.

Quer saber mais sobre a Indústria 4.0 e sua aplicação no âmbito dos negócios imobiliários? A Equipe de Direito Imobiliário do Azevedo Sette Advogados está à disposição.


*Colaboração do interno Thales Vasconcelos Assunção